O mercúrio não é vilão

Paulo Capel Narvai

paulo capel

Cirurgião Dentista, Sanitarista, Especialista, Mestre, Doutor e Livre-Docente em Saúde Pública e Professor Titular da Universidade de São Paulo (USP)

Há aproximadamente dois séculos a Inglaterra vivia a Revolução Industrial e, no afã de produzir mais e mais, gerava condições insalubres de trabalho e levava ao esgotamento os corpos humanos que operavam as máquinas, que produziam febrilmente. Em muitos setores, máquinas substituíam crescentemente homens nos processos produtivos. Em 1811 o movimento operário deu um basta. Fábricas, com destaque para as tecelagens, foram invadidas e máquinas destruídas, a despeito de uma lei de 1721 proibir quebrar máquinas no Reino Unido, punindo com o exílio os condenados. Em 1812, a pena passou a ser de morte por destruição de máquinas. Penas duríssimas para tentar conter líderes operários que acreditavam que, destruindo máquinas, atacavam seus algozes e destruíam seus vilões.

Ledo engano daqueles operários. O resto é a história, hoje bem conhecida, dos conflitos entre o capital e o trabalho. Não precisou muito tempo para os líderes dos trabalhadores compreenderem que a raiz dos problemas da classe operária não estava nas máquinas, mas no uso que os capitalistas faziam delas.

Frequentemente, porém, a humanidade comete erros tão primários quanto o de quebrar máquinas. Recursos, materiais e imateriais, e também tecnologias, são demonizados como se fossem a materialização do mal. Mesmo pessoas com boa formação, incluindo aspectos éticos e científicos, cometem enganos, equivocam-se, movidas muitas vezes por boas intenções. Outras buscam apenas glórias efêmeras, e outras ainda são movidas por meros interesses escusos.

Seja qual for o motivo, a meu juízo, um desses equívocos aconteceu no Rio de Janeiro, com a aprovação de uma lei estadual que proíbe o “uso de amálgama dentária, composta por mercúrio”, no dia 19/11/2014. A lei, satanizando o mercúrio, teve origem no Projeto de Lei (PL) nº 2461/13, apresentado à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) pela deputada Aspásia Camargo, do PV, que preside a Comissão de Saneamento Ambiental da ALERJ.

O PL que deu origem à lei fluminense tem três artigos, sendo que o primeiro dispõe sobre a proibição, naquele Estado, da “utilização de amálgama dentária, composta por mercúrio, comumente conhecidas como ‘obturações de prata’, nos procedimentos de preenchimento e restauração dentária”. Este primeiro artigo contém um parágrafo único nos seguintes termos “A proibição imposta no caput aplica-se aos procedimentos privativos do cirurgião-dentista e a quaisquer outros, inclusive de manipulação e preparo de amálgama, com uso de mercúrio, a cargo de outros profissionais que realizem atividades auxiliares ou técnicas, tais como protéticos, auxiliares e técnicos em saúde bucal e auxiliares e técnicos em próteses dentárias.” O artigo segundo trata das penalidades ao infrator, que incluem advertência, multa, suspensão do alvará de funcionamento e até mesmo a cassação do alvará de funcionamento (na quarta reincidência). O artigo terceiro fixa que a lei “entra em vigor na data de sua publicação”, o que ocorreu em 19/11/2014.

A lei estadual fluminense é açodada, intempestiva e muito ruim, em termos democráticos e sanitários. Deveria ser revogada pela própria ALERJ ou não ser sancionada pelo Governador do Estado.

É açodada, pois um assunto dessa complexidade, com tantas implicações, e ainda em debate em todo o mundo nos meios acadêmicos e de odontologia e saúde pública, sem ter obtido posições de consenso e definitivas por entidades e instituições idôneas e objeto de permanente atenção por nossas instituições nacionais de saúde, não deveria dar origem à proibição em tela, por parte de qualquer órgão do legislativo brasileiro, que não fosse o congresso nacional.

É intempestiva, pois em um período de apenas alguns meses um órgão legislativo estadual decidiu, de modo liminar e categórico, sobre uma prática sanitária de abrangência planetária, cujos primórdios remonta ao século 7 e que se consolidou no século 19, sendo amplamente reconhecida como uma “boa prática sanitária” durante todo o século 20 e nas primeiras décadas deste século. Não há nenhuma razão substantiva, nenhum conhecimento novo que justifique a presente iniciativa legislativa.

É muito ruim, pois contém defeitos de técnica de redação legislativa e impõe rendição laboral aos profissionais e instituições odontológicas. O defeito de redação se refere à atribuição tácita de competência para “manipulação e preparo de amálgama, com uso de mercúrio” a “protéticos (…) e auxiliares e técnicos em próteses dentárias”. Trata-se de evidente ilegalidade, pois TPD e APD não podem manipular e preparar amálgama dentária, material que se destina à assistência direta a pessoas e que, portanto, não deve ser mantido em laboratório de prótese. Tal atividade não está entre suas prerrogativas, nos termos da lei 6710/79, de 5/11/79, que regulamenta a profissão de TPD e APD e que dispõe (Art. 4º, I, II) que é “vedado aos Técnicos em Prótese Dentária: I – prestar, sob qualquer forma, assistência direta a clientes; II – manter, em sua oficina, equipamento e instrumental específico de consultório dentário”. A conclusão óbvia é que ou a lei fluminense legisla sobre o nada, ou sobre alguma atribuição que reconhece, tácita e implicitamente. Portanto, da maneira como foi redigida, a lei estadual fluminense viola a lei federal 5081/64, de 24/8/66, que regulamenta o exercício profissional da odontologia no Brasil. Isso deveria ser o bastante para que fosse revogada. Mas, além disso, a lei fluminense impõe rendição laboral aos profissionais de odontologia aptos a realizar restaurações com amálgama, pois lhes proíbe o uso do mercúrio e não lhes dá alternativas, chegando ao cúmulo de lhes ameaçar com a cassação do alvará de funcionamento. São alguns milhares de cidadãos no Estado do Rio de Janeiro, que, devidamente habilitados pelo CRO-RJ, ganham o pão com o suor do seu trabalho. Há, nesse caso, violação do artigo 5º da Constituição da República, que dispõe, no parágrafo XIII que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.” Não havendo razão, conhecida pela ciência e reconhecida pela lei brasileira, para que cirurgiões-dentistas fluminenses possam livremente exercer seu trabalho profissional, uma vez que, devidamente habilitados pelo CRO-RJ, atendem  as qualificações profissionais que nossa lei estabelece, a lei estadual do Rio de Janeiro flagrantemente lhes cerceia a liberdade de exercício profissional. É fatal que seja arguida a inconstitucionalidade dessa lei que, no limite, arranha a democracia.

É muito ruim em termos sanitários, pois faz fanfarronice com assunto muito, muito sério, prejudicando a saúde pública.

Com efeito, sabedores das consequências danosas do mercúrio ao ambiente, os países têm, corretamente, criado legislação sobre o seu uso, fixando normas reguladoras para seu emprego na indústria (soda cáustica, agrotóxicos variados, termômetros, barômetros, lâmpadas fluorescentes, cimentos, dentre outras) e no setor de extração mineral (ouro, dentre outros). Também o Brasil o faz. Mas, é importante assinalar este aspecto, as normas reguladoras dos países são, de modo geral, omissas em relação ao uso médico-odontológico do mercúrio. E, outras, ficam no plano das recomendações, não vetando o uso. Cabe assinalar que mercúrio é utilizado em muitos países, incluindo o Brasil, como fungicida, na composição de antissépticos e na conservação de vacinas, dentre outros usos. E, nas restaurações dentárias, mercúrio é amplamente utilizado em todo o planeta. Por essas razões, é preciso ter prudência para não demonizar um elemento químico, mas utilizá-lo de modo racional e seguro, a favor e não contra a saúde humana.

Quanto ao uso odontológico do mercúrio, é preciso cautela para não “quebrar as máquinas”, em analogia com o movimento operário inglês, em sua fase, digamos, infantil. Ao contrário do que afirmam algumas lideranças da odontologia, o mercúrio não é um “veneno na boca das pessoas”. Considero particularmente uma leviandade essa afirmação, pois ela decorre de simples opinião pessoal, não tendo qualquer base científica. Não há, reitero, fundamento científico para afirmar que “o mercúrio” é “um veneno na boca”, pois não há evidência científica, resultante de estudos baseados em provas científicas, de que o mercúrio, preso estruturalmente à malha metálica que constitui com a prata, estanho, zinco e cobre em restaurações dentárias, esteja associado com qualquer agravo à saúde humana. Nas condições em que é utilizada na amálgama dentária, o mercúrio fica retido quimicamente à estrutura, não sendo liberado para o corpo humano que contém a restauração. Estável e quimicamente inativo, o mercúrio de restaurações dentárias não é liberado para o ambiente, nem mesmo após o óbito e o consequente sepultamento (a cremação é a única exceção). Ao contrário de declarações alarmistas, feitas por pessoas sem credenciais científicas, não há qualquer possibilidade de que, nas condições habituais em que uma restauração de amálgama é realizada, seja colocada em risco a vida humana de quem recebe a restauração. Trocar restaurações de amálgama de prata por outros produtos químicos é ato odontológico tão inútil quanto desnecessário, do ponto de vista sanitário. Não há qualquer justificativa científica para fazê-lo, não sendo aliás recomendável que o procedimento cirúrgico seja realizado, por riscos de iatrogenia, inerentes a procedimentos desse tipo.

Nos Estados Unidos, a ADA – Associação dos Dentistas dos EUA e a FDA – Agência reguladora de Medicamentos e Alimentos informam que o consumo de mercúrio no âmbito odontológico corresponde a apenas 3% do seu uso geral. Por isso, é preciso considerar que o mercúrio de uso odontológico não é o vilão ambiental que alguns querem crer. Isso não diminui, por certo, a necessidade de se utilizar o mercúrio de modo responsável na prática odontológica, levando em conta seu impacto ambiental. Mas permite dimensionar adequadamente o que esse uso representa em um contexto mais geral.

Quanto ao uso de mercúrio nas restaurações de amálgama feitas no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e na imensa maioria dos consultórios odontológicos no Brasil, essa prática resulta dos conhecimentos científicos atuais e da experiência mundial com seu uso, cujo início remete aos século 7, com os chineses e, na forma conhecida atualmente, no século 19, com franceses e ingleses.

No Brasil, tanto o Ministério da Saúde, quanto as principais entidades odontológicas, como o Conselho Federal de Odontologia (CFO) e a ABO (Associação Brasileira de Odontologia), têm adotado posição favorável à continuidade do uso do mercúrio, com recomendações sobre a manipulação do produto, descarte de resíduos, dentre outros cuidados aplicáveis a produtos de uso em estabelecimentos de saúde de modo geral. Os manuais da Anvisa estão à disposição de todos e constituem um guia seguro para o uso racional de mercúrio, quando isto é necessário na prática odontológica. Registre-se que não se trata de “tolerar” o uso, como se tem divulgado, mas reconhecer que, utilizado adequadamente, não oferece risco significativo à saúde humana e se constitui em importante aliado, por sua qualidade e preço, na estratégia de universalização dos cuidados odontológicos. A interrupção do seu uso, neste contexto histórico brasileiro, a par de desnecessária do ponto de vista científico, teria impacto negativo significativo para as atividades odontológicas desenvolvidas no âmbito do SUS e no setor privado, penalizando assim, sobretudo, os segmentos populacionais de baixa renda. Paralelamente, pesquisas sobre novos materiais de uso odontológico devem ser estimuladas, apoiadas e induzidas por nossas agências de fomento à investigação científica, para que estes possam, em algum momento no futuro, substituir a amálgama de prata em restaurações dentárias, de modo ambientalmente seguro e sustentável. Até lá, não há porque temer o mercúrio, mas utilizá-lo também de modo ambientalmente seguro e sustentável nas clínicas odontológicas, do SUS ou particulares. No Rio de Janeiro e em todo o Brasil.

 

 

Ou nos transformamos ou sucumbimos

Marcos Luis Macedo de Santana

Marcos Santana

Cirurgião-dentista, membro da Academia Tiradentes de Odontologia (ATO) e presidente do Sindicato dos Cirurgiões-dentistas de Sergipe (Sinodonto-SE), com extensa carreira dedicada à causa odontológica em várias instâncias

Sem entidades fortes e organizadas, direção competente e ampla participação da classe odontológica não sairemos desse marasmo e da depreciação política aos quais estamos acorrentados. Mudanças estruturais e políticas têm que ser operadas, sob pena de sermos condenados a eternizar a odontologia como subcategoria política na saúde e na sua importância social para o País.

Citando o primeiro e obscuro problema, o da formação – De acordo com dados do Inep, em  1991 existiam 83 cursos, 7.315 vagas, 7.230 ingressos e 6.089 concluintes. Já em 2013, a capacidade instalada do ensino da odontologia quase que triplicou no país, apresentando o seguinte perfil: 220 cursos, 20.589 vagas, 23.057 ingressos com 10.269 concluintes/ano. O mais interessante desse incremento é observar que o número de cirurgiões-dentistas formados, ou seja, os que deveriam realmente representar o mercado de trabalho, não apresenta um crescimento proporcional ao número de vagas e nem de cursos criados no mesmo período. Quem pode explicar?

Outra questão, no mínimo esdrúxula, são as cooperativas – Os  cooperados nunca entenderam o que é uma cooperativa. Ele se comportam como credenciados de uma empresa, quando na verdade eles são donos dela. Nas reuniões em que se delibera sobre a remuneração dos diretores da cooperativa, entre outras coisas, mais uma vez a não participação, a  baixa compreensão do sistema e a inércia –  ninguém quer sair da zona de conforto – provocam somente um rol de queixas nas redes sociais. Lamentável!

Sem margem de lucro, “ganho pouco, pago pouco” – Por seu lado, as cooperativas alegam frequentemente que para concorrerem no mercado com outras empresas e ganharem contratos em licitação – que é pelo menor preço – terminam sem margem para remunerar melhor seus cooperados. Enfim, ficam iguais aos concorrentes no aspecto remuneração. Um ciclo de “ganho pouco, pago pouco”. Isso tem acontecido com todas as cooperativas a exemplo da UNIMED que é hoje a que menos paga aos médicos. Na mesma baixa moeda, aí estão também as cooperativas de odontologia  e seus cooperados. De novo, o que falta é participação, desta vez do cooperado.

Somente 5% dos CDs brasileiros participam/contribuem com os sindicatos  – Esta ausência de profissionais  inseridos nas lutas da categoria fragiliza a própria odontologia, que deixa de ter um importante instrumento de combate e de reivindicação política. A grande maioria dos sindicatos da odontologia é  precária, sem estrutura e sem a efervescência da participação da classe que, sem pudor, fica na mais uma vez na zona de conforto, presente apenas virtual eventualmente por meio das redes sociais, com suas contumazes queixas.

Gostando ou não de política, só se muda as coisas por meio dela, é ela a ferramenta que pode contribuir e modificar o presente e arquitetar o futuro das gerações de colegas que, aos milhares, nos sucederão.

É este o comportamento típico do dentista brasileiro,  em regra imaturo politicamente,  e que se  reproduz lamentavelmente à grande maioria da categoria. Comodamente, espera que o poder dominante se compadeça dos seus problemas e os resolvam, uma ilusão. Ou nos reformamos e nos tornamos cidadãos e vamos à luta ou sucumbimos nesse mundo competitivo no qual grandes decisões políticas do País são tomadas sem sermos ouvidos  ou observados com o devido cuidado, atenção e respeito.

 

Frutas exóticas e suas indicações

59bf2bf88a496b88f60593be6e52611aPitaia
Exótica, mas muito apreciada, a Pitaia é conhecida como fruta-do-dragão. Ela tem a polpa gelatinosa e protege toda a mucosa gástrica. Apesar de ser rica em vitaminas A e C, sua ingestão não é muito indicada, já que ela tem poder laxativo. Quem gosta, costuma acrescentar açúcar. É ótima para ser consumida como suco ou em geléia.

Cherimoia
Polpa cremosa, doce e sementes escuras (que não devem ser ingeridas), essa fruta se assemelha a fruta-do-conde. Para quem nunca experimentou é um mix de várias frutas, como banana, abacaxi, mamão, pêssego e morango. Também é ricos em vitaminas A e C e em fibras.

Granadilho
Fruta muito indicada para quem tem colesterol alto, a Granadilho tem uma quantidade significativa de fibras solúveis, importantes no controle do diabetes. Apesar da pouca polpa, as sementes são comestíveis.

Longan
Semelhante em aparência e textura com a lichia, essa fruta tem origem asiática. Apesar disso, seu gosto é mais parecido com o melão. Rica em vitamina C, é uma ótima aliada contra a anemia. Indicada para ser consumida como suco.

Camu-camu
Essa é uma das frutas menos conhecidas, mas com um dos maiores teor de vitamina C entre os frutos. Originada da Amazônia, ela viaja até o Japão. Lá, ela é bastante consumida por seus ótimos benefícios para a saúde. É considerado um bom tira-gosto e isca para peixe.

Abiu

Rica em vitamina A, cálcio e fósforo, fruta possui polpa carnuda e tem sabor doce. Consumida apenas in natura é originada da região amazônica que de seu caroço se extrai um óleo com antiinflamatório. Entre a casca e a polpa, há um látex que não deve ser ingerido.

Substitua os pincéis de maquiagem por recursos simples e eficientes

Especialista indica substitutos a altura para resultados garantir resultados perfeitos

Os pincéis de maquiagem ajudam muito na hora de conseguir um resultado digno de expert, mas nem sempre é possível ter todos eles à mão. O que muita gente não sabe é que existem sim substitutos a altura, e você certamente os tem em casa. Aprenda a usar e garanta um make incrível sem gastar quase nada.

PINCEL DE BASE

Faltou pincel para aplicar a base? Não se preocupe, pois recursos simples podem espalhar o produto tão bem quanto ele. “A ESPONJA E O ALGODÃO EM BOLINHA têm ótimo resultado, mas eles absorvem muito produto. Os dedos são uma ótima alternativa, mas indico AQUECER UM POUCO O DEDO para ajudar a espalhar e aderir melhor na pele”, indica o maquiadorFELIPE CAXITO, do salão Corte&Cortes.

base

Base pode ser aplicada com algodão ou com os dedos. Foto: Fuse

Em qualquer um dos recursos é preciso aplicar da maneira correta para que a cobertura fique uniforme, sem marcas ou excesso de produto: “O melhor é passar do centro do rosto para a parte externa, sempre arrastando a base para baixo. DEIXE O NARIZ, A ZONA ‘T’, PARA O FINAL, passando apenas o que sobrar de produto no dedo ou no algodão para que não dê brilho ao longo do dia”.

PINCEL PARA PÓ

Se você não tem o pincel para o pó, que é arredondado e largo, também existe uma opção prática e funcional. “Você pode pegar o ALGODÃO DE DISCO, que lembra muito a esponja que vem junto com os pós compactos. Ele vai transferir todo o produto para o seu rosto, mas tem que APLICAR DANDO BATIDINHAS. Se arrastar vai marcar e ainda remover a base”, explica.

PINCEL DE BLUSH

O blush pode ser difícil de passar sem o pincel, no entanto, A ESPONJA E O ALGODÃO são recursos que costumam funcionar: “Tem que tomar cuidado para não deixar a cor muito forte. Caso seu produto seja cremoso ou líquido é bacana usar com a esponja ou até com o dedo. Já para o em pó é melhor usar a esponjinha ou algodão com batidinha leves, porque o dedo tem umidade e transfere a cor com muita força”.

PINCEL DE SOMBRA

sombra

Os dedos garantem um esfumado perfeito. Foto: Andrey Popov/iStock

É muito comum ver maquiadores passando sombras sem pincel, e você pode sim fazer o mesmo: “Usando o dedo anelar, que é mais firme, você deve depositar PRIMEIRO A COR MAIS CLARA NA PARTE INTERNA DOS OLHOS e depois a sombra escura de dentro para fora, esfumando os cantinhos sem nem limpar o dedo. Para marcar o côncavo o ideal é usar a haste flexível com ponta de algodão, que concentra bem e não vai borrar”.

PINCEL CHANFRADO

O pincel chanfrado é usado para delinear os olhos e preencher a sobrancelha, mas a haste flexível com ponta de algodão pode substitui-lo bem nos dois casos. “Para delinear a parte inferior dos olhos você passa o algodão da haste na sombra e espalha bem, como faria com o pincel. PARA PREENCHER A SOBRANCELHA pegue a sombra escolhida, coloque em uma parte da sua mão e aperte bem o algodão para não correr o risco de o produto ficar solto e manchar o rosto quando bater nos pelinhos”.

POR NAIARA TABORDA
Portal DaquiDali

17% dos casais brasileiros brigam quando o assunto é dinheiro

Para e pense: na sua casa, quem planeja como será gasto o orçamento familiar? Compartilhar as decisões pode ser a decisão mais saudável para a o bolso e para o relacionamento, segundo uma pesquisa realizada pela SOCIEDADE DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO. De acordo com o levantamento divulgado pelo Meu Bolso Feliz, portal de educação financeira do SPC, quase 17% DOS BRASILEIROS casados brigam por causa da maneira como gastam o dinheiro.

O percentual de conflito é maior entre aqueles casais que estão ENDIVIDADOS (22,7%) do que naqueles que são adimplentes, ou seja, que não possuem NENHUMA CONTA EM ATRASO (10,7%).

Para educador financeiro José Vignoli, do Meu Bolso Feliz, o dinheiro pode ser o motivo por trás de muitas discussões no casamento.  Apesar de não aparecer de forma clara como o culpado entre os conflitos, a questão financeira gera DISCUSSÕES RELACIONADAS à decisões familiares. Segundo o consultor, resolver colocar ou não o filho na escola particular deixaria de ser apenas uma questão financeira, mas passaria a ser acusada como uma falta de carinho, por exemplo. Da mesma forma, o fato de deixar de sair para jantar fora seria uma falta de romantismo, quando na verdade, é apenas a escassez de recursos.

Se engana quem acha que ganhando mais poderá resolver os conflitos no lar. De acordo com os resultados, aqueles casais que têm CONFORTO FINANCEIRO também encontram no dinheiro um motivo de conflito. Neste caso, o problema é relacionado à não aceitação da forma como o companheiro gasta:  a mulher acredita que o homem é “mão de vaca” e ele, geralmente, acredita que a esposa gasta com supérfluos.

Para o educador, a melhor maneira de evitar as brigas por causa das decisões envolvendo o dinheiro é PLANEJAR EM CONJUNTO. Sentar para discutir quais são as prioridades, sonhos e objetivos que o casal quer atingir e em quanto tempo isso deverá se tornar concreto pode possibilitar o sucesso no relacionamento em uma conta bancária no azul.

POR MARINA CELINSKI
Portal DaquiDali

 

4ª ABF Franchising Expo Nordeste promoveu grandes investimentos na área de franquias

A 4ª ABF Franchising Expo Nordeste, maior feira de franquias das regiões Norte e Nordeste, foi um verdadeiro sucesso. Durante os quatro dias de evento, que aconteceu no Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon-PE), milhares de pessoas visitaram mais de 150 marcas expositoras de diversificados segmentos. “A feira cresceu bastante, em torno de 30%, e temos a expectativa de crescer ainda mais no próximo ano. Aqui apresentamos negócios que puderam atender a todo tipo de público, com investimentos que variam de R$ 5 mil a R$ 2 milhões”, afirmou Leonardo Lamartine, Diretor Regional Nordeste da Associação Brasileira de Franchising (ABF). O evento já tem data marcada para acontecer em 2015. Será realizado entre os dias 03 e 06 de novembro também no Cecon-PE.

Nesta edição, muitos expositores contaram com a presença de franqueados em seus estandes para fortalecer a marca e compartilhar de suas experiências. Para Daniel Durães, um dos diretores da Fatto a Mano, a ação chama a atenção dos interessados e enriquece as informações acerca da marca. “Recomendo para todos que querem abrir uma franquia conversar com os franqueados e saber se é aquilo que estão buscando. Eu quis facilitar e convidei um dos meus. Além da presença dele, dou livre acesso a todo o cadastro de parceiros para que os interessados liguem e conversem à vontade”, afirmou.

“Sempre que as pessoas chegam no estande e conhecem a marca, também querem uma segunda opinião sobre o investimento. E quando veem que têm um franqueado presente, sentem-se mais confortáveis para tirar suas dúvidas. Ninguém melhor do que quem está dentro do negócio para falar sobre ele”, disse Aroldo Leda, franqueado da Sobrancelha Design, em Caruaru/PE.

Os franqueadores se mostraram muito empolgados com os resultados positivos que a feira trouxe. “Esta é a primeira vez que expomos e a receptividade foi muito boa. Fizemos em média 15 cadastros de interesse por dia e acreditamos que vamos sair daqui com pelo menos seis unidades negociadas”, afirmou Adolpho Bertoche Neto, Executivo responsável pela Expansão Norte e Nordeste da Fábrica de Bolos Vó Alzira. O empresário conta que a intenção é instalar uma fábrica em Recife a fim de facilitar e baratear a logística e o frete para a região.

O Nordeste também é o foco da marca de piscinas Fiber, que recentemente inaugurou uma fábrica na cidade de Escada/PE. “A 4ª ABF Franchising Expo Nordeste foi o primeiro passo para começarmos a abrir franquias na região. Temos praticamente seis unidades já fechadas e negociamos bastante na feira”, afirmou Cristiano França, diretor da empresa, que possui 60 lojas no Sudeste.

Para a gerente comercial da BTS Informa, organizadora do evento, Tita Maia, a expectativa dos expositores foi superada, pois receberam visitantes de todo o Nordeste e alguns estados do Norte. “Isso enriqueceu muito a feira. Recife é um ponto central que julgamos importante para reunir possíveis candidatos a franqueados. Inclusive, a maioria dos expositores já demonstrou interesse em reservar espaço para o próximo ano. Isso só reforça o quanto tiveram resultados positivos durante o evento”, disse.

Existe um cardápio durante o tratamento ortodôntico?

Jean Santos Viaodonto

Jean Santos é editor da Revista Sorriso, graduado em Odontologia pela UNOPAR. Especialista em Dentística com Ênfase em Prótese e Estética/UNOPAR. Pós Graduado em Gestão de Pessoas e Sistemas de Saúde/FGV. Metodologia do Ensino Superior em Saúde/FCM-MG.  Professor de Pós-Graduação em Odontologia Estética. Diretor da VIAODONTO Clínicas Odontológicas e Franquias.

O cardápio durante o tratamento ortodôntico, acaba sendo uma das principais dúvidas quando o paciente começa seu tratamento. O que comer com aparelho ortodôntico fixo? Posso comer maçã ou morder uma barra de chocolate? E aquele churrasquinho nos finais de semana?! Para ser mais didático, vamos dividir o cardápio do paciente em duas fases: Durante a adaptação nos primeiros dias e no restante do tratamento.

Vamos a eles: Durante a adaptação com aparelho ortodôntico, isto é, na primeira semana, você vai evitar alimentos duros, pois seus dentes vão começar a movimentar e qualquer alimentação mais firme vai sensibilizar bastante os dentes. Portanto, estão liberadas as massas em geral, macarrão, lasanha… também o arroz, feijão, ovos, carne moída. E na maioria das vezes a sensibilidade vai se repetir todas as vezes que passar pelas consultas mensais, em alguns casos, ao menos no primeiro dia após as manutenções, será necessário uma suave e macia sopa.

cardapioDurante o restante do tratamento ortodôntico você vai evitar aqueles alimentos que possam quebrar seu aparelho, pois você não vai mais sentir os dentes sensíveis e vai querer comer de tudo. Mas lembre-se, nada de torresmo, morder asinha do frango, chupar o osso da costela, pipoca também pode ser um problema por culpa do grão de milho que insiste em não estourar… Rapadura (jamais), torrone, quebra-queixo, amendoim japonês, pé-de-moleque, maçã-do-amor, etc…

Quando comer frutas como a maçã, corte em fatias, churrasquinho deve ser picado, a barra do chocolate deve ser quebrada antes (derreta na boca, é mais saboroso). Não vá sair mordendo de tudo pois o aparelho vai quebrar e atrasar seu tratamento ortodôntico!

Em nenhum momento, durante a adaptação ao aparelho ou no restante do tratamento, estão proibidos do cardápio as verduras e legumes, portanto a acelga, espinafre, saladas, abobrinha, rabanete, pimentão, broto de feijão, couve-flor, etc… estão mais do que indicados antes, durante e após o seu tratamento. Esta é para os PacienTeens! E depois de todas essas recomendações e alimentos liberados no seu cardápio não esqueça de fazer a correta higienização dos seus dentes! Escova e fio dental neles!

Substituição de Prótese Total Removível Baseada em Análise Estética

Dra. Alika Rocha Cirurgiã-Dentista em Goiânia-GO. Graduada em odontologia pela UNIUBE - Universidade de Uberaba. Atua como especialista em Dentística.

Dra. Alika Rocha Cirurgiã-Dentista em Goiânia-GO. Graduada em odontologia pela UNIUBE – Universidade de Uberaba. Atua como especialista em Dentística.

 

Paciente usava a mesma prótese total removível há mais de 18 anos. Não usava prótese total inferior também há mais de 10 anos. A prótese superior não respeitava em nada a face da paciente, apresentando dentes muito pequenos e grande exposição de gengiva artificial. Uma nova prótese foi confeccionada baseada numa análise facial, onde foram encontradas as medidas ideais dos dentes e o resultado foi um sorriso natural que devolveu jovialidade à paciente. Foi colocado um protocolo inferior.

 

 

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